funpresp

A Avaliação de Desempenho para 2022 foi aprimorada no método de apuração dos dados, o que impacta diretamente na ascensão profissional e na remuneração dos profissionais da Fundação. De acordo com a coordenadora de Capacitação e Desenvolvimento, Mônica Fernanda Adorno, as alterações são resultado da evolução natural da ferramenta, que foi aplicada pela primeira vez em 2019 e, de lá para cá, vem sendo monitorada para identificar os ajustes necessários.

“A avaliação de desempenho pode trazer muitos resultados positivos para a Fundação. Por isso, é muito importante esse aprimoramento”, comenta Mônica. Entre as consequências de um bom sistema de avaliação, ela cita o conhecimento apurado dos avaliados; o fortalecimento de vínculo entre gestores e profissionais; o direcionamento das necessidades de capacitação; a melhoria da qualidade do atendimento e dos serviços; e o reconhecimento por entrega de resultados.

Um dos pontos de mudança foi a adequação da nomenclatura e da descrição da escala das notas de desempenho individual. O objetivo com a nova redação foi facilitar a compreensão dos diversos níveis de classificação da competência do profissional que está sendo avaliado. “Estamos buscando cada vez mais nos distanciar da subjetividade para permitir tangibilizar dados mensuráveis, assim será muito mais fácil observar a evolução, comparar e sermos justos conforme a performance de cada um”, explica.

Ela lembra que a Avaliação de Desempenho é uma ferramenta capaz de identificar o nível de desenvolvimento dos profissionais, bem como o grau de alinhamento às demandas da Fundação. Tem como finalidade: alinhar e direcionar os objetivos e as atividades das áreas de acordo com a estratégia da Fundação, por meio da análise do desempenho individual de cada um; identificar, reconhecer e reter profissionais com alta performance; mapear oportunidades de capacitação e desenvolvimento do quadro funcional; alavancar o resultado e a produtividade da Fundação e ser um sistema de reconhecimento pelos resultados.

O Plano de Desenvolvimento Individual também está mais objetivo, com medidas quantificáveis. A utilização de um modelo de PDI quantificável oferece insumos para o gestor analisar sua equipe pela performance de cada um, de acordo com os planos traçados. Para a Gerência de Pessoas (Gepes), essa mudança evidencia a contribuição da gestão do capital intelectual nos resultados da Fundação, além de servir como insumo para identificação de pontos para o alinhamento estratégico.

Do ponto de vista do avaliado, o Programa de Avaliação de Desempenho propõe a possibilidade de crescimento profissional, por meio de um relacionamento aberto entre ele e os gestores, com transparência quanto às possibilidades de progresso na carreira