Palestra abordou temas como segurança financeira, planejamento de longo prazo e benefícios de um plano de previdência privada

Um encontro com 51 novos diplomatas brasileiros marcou mais uma atividade da Funpresp na promoção da cultura da educação financeira e previdenciária no serviço público federal. Na manhã desta quinta-feira (29), a entidade realizou uma palestra com os novos representantes do Brasil no exterior. O objetivo foi apresentar as regras do regime de previdência privada e a importância do planejamento financeiro no longo prazo.
O encontro, que ocorreu no auditório do Instituto Rio Branco, foi conduzido pela gerente de Conexão com o Cliente da Fundação, Sandi Gutierrez. Ela detalhou as novas regras dos regimes de previdência, os benefícios oferecidos pelos planos de previdência da Funpresp, como a contrapartida da União, e explicou como é feita a gestão dos investimentos que compõem o patrimônio dos participantes.
“Estamos só começando mais um ano de intensas atividades de educação financeira e previdenciária e observamos que os novos servidores têm tido boa abertura. Nosso objetivo é mostrar que o planejamento para o futuro deve começar hoje. Quando o servidor compreende as regras e as oportunidades desde o início da carreira, ele consegue tomar decisões mais seguras e construir, com tranquilidade, o seu futuro”, destacou Sandi.

Vindo de uma família humilde, o diplomata Douglas Almeida, de 31 anos, contou que quando o assunto é economia e finanças, a família sempre teve que lidar com a escassez. Apesar de não ter tido contato com educação financeira na escola, aprendeu a administrar recursos em casa e se preocupava com o futuro, mesmo que, por vezes, precisasse usar parte da reserva dedicada ao seu futuro para cobrir necessidades imediatas, como pagar os estudos.
“Eu acho que a previdência da Funpresp é um benefício imprescindível, porque mais tarde, quando estivermos mais velhos, mais cansados, com mais tempo para aproveitar a vida, vai ser necessário complementar a renda. Acho que é importante investir desde agora, enquanto estamos neste momento, trabalhando com intensidade, para não ter o baque de chegar lá com 65, 70 anos e ver nossa renda diminuída pela metade”, contou.
O sonho de Thiago Alves, de 33 anos, de se tornar diplomata, começou na adolescência, “na época em que não sabia qual faculdade fazer”. Ele mencionou os motivos que o atraíram para o serviço público no passado, como a estabilidade financeira. Ao avaliar as mudanças nas regras de aposentadoria do servidor público destaca a importância da previdência complementar e da Funpresp.

“A sua manutenção é muito importante, tanto com a participação governamental quanto com a própria participação do servidor, que também tem descontado, assim como qualquer outro trabalhador, a sua cota. E traz previsibilidade para o futuro”, ressalta. “Então, eu acho que a Funpresp traz essa garantia de que a gente vai ter algum tipo de segurança no futuro”, conclui.
A iniciativa integra uma série de atividades da Fundação no compromisso de estar presente desde o ingresso do servidor na administração pública, contribuindo para decisões financeiras mais conscientes e alinhadas à construção de um futuro seguro. Durante a apresentação, os novos diplomatas também puderam esclarecer dúvidas sobre a rentabilidade dos planos, as regras de adesão e os mecanismos de proteção previdenciária ao longo da carreira e na aposentadoria.

