funpresp

0800 282 6794   |    Acessibilidade    |    Mapa do Site

Diretor da Funpresp dá dicas em debate no Ministério da Economia

O Diretor de Seguridade da Funpresp, Cícero Dias, participou nesta segunda-feira (25/10) de debate no Ministério da Economia sobre educação financeira e previdenciária e como ajudar os servidores públicos a olharem para seus investimentos de forma mais estratégica. O evento faz parte da Semana do Servidor Público foi realizado pelo “Desenvolva Online”, ambiente virtual do Ministério da Economia.

Cícero Dias destacou como a importância do planejamento previdenciário e como ele pode impactar positivamente a vida dos servidores. Segundo ele, 46% dos aposentados continuam trabalhando e desses, 71% trabalham porque precisam complementar a renda. “O que eu tenho que fazer durante meu ciclo de vida financeira para poder aproveitar a minha aposentadoria? É preciso calibrar a possibilidade dos meus ativos acumulados não se esgotarem antes da minha própria vida”.

A partir de 2013, com a mudança na legislação, os novos ingressos nos órgãos públicos deixaram de ter a aposentadoria integral ou proporcional e se aposentam no RPPS com benefício limitado ao teto do INSS (R$ 6.433,57, em 2021). O servidor público passou a viver outra realidade e agora precisa controlar a própria reserva previdenciária por meio da previdência complementar. A partir de contribuições mensais feitas à Funpresp, o servidor pode ter um renda complementar ao que vai receber pelo INSS no futuro e assim manter o padrão próximo ao atual.

Clique aqui para saber mais sobre as vantagens de aderir à Funpresp

Com esta nova realidade, o planejamento previdenciário e financeiro é imprescindível para o servidor. Cícero mostrou exemplo de um servidor que depois de 40 anos de serviço público, com o último salário de R$ 16 mil, se aposenta com cerca de R$ 6,5 mil. Se não se planejar, a queda brusca de salário pode obrigar muitas pessoas a adiarem à aposentadoria até a idade em que ela se torna compulsória. “A longevidade é almejada, mas tem custo”, completa. “É preciso poupar durante a vida e, quanto mais tempo a gente tem para poupar, menor é o esforço contributivo para acumular e alcançar a reserva necessária para se aposentar”.

Participaram também do debate Rodrigo Toledo, analista de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Mauricio Leister, coordenador-geral de Estudos e Análise Conjuntural do Ministério da Economia e o gerente de Relações Institucionais do Tesouro Nacional, Paulo Moreira Marques.