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Com o tema “Funpresp: conhecer para decidir”, a Fundação participou, no dia 7 de outubro, de uma live organizada pelo Sindicato Nacional de Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional). O diretor-presidente, Ricardo Pena, esclareceu aos auditores fiscais sobre o funcionamento da Entidade e as vantagens de se aderir à Funpresp, em comparação a outros produtos existentes no mercado.

Dentre as vantagens, Ricardo Pena ressaltou a paridade contributiva por parte do órgão patrocinador, a cobertura por invalidez e morte, a dedução fiscal das contribuições feitas à Funpresp, 100% da rentabilidade para o participante e a ausência de taxa de administração, já que a Entidade não visa lucro.

O diretor-presidente também frisou a preocupação com os servidores públicos federais que mudaram de regime, do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) para o Regime de Previdência Complementar (RPC), mas não optaram pela adesão. “Nossa preocupação é o quanto a não adesão pode ser prejudicial para a previdência do servidor. Hoje, quem migrou de regime e não aderiu à Funpresp está perdendo dinheiro por não estar aproveitando a paridade contributiva. Esse dinheiro não investido não volta mais. Todo o tempo em que o servidor não está na Funpresp, está abrindo mão de um dinheiro dele, deixando de receber a contribuição paritária da Receita Federal”.

Além disso, o diretor-presidente também destacou as mudanças trazidas com a aprovação da Emenda Constitucional nº 103/2019 (Reforma da Previdência), como a abertura para que outras Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) e Entidades Abertas de Previdência Complementar (EAPC), a exemplo de bancos e seguradoras, possam administrar os planos previdenciário dos servidores públicos federais.

Após a apresentação geral da Entidade, incluindo governança, normativos, estrutura organizacional e carteiras de investimentos, Ricardo Pena respondeu a dúvidas dos auditores fiscais presentes na live.