funpresp

O diretor-presidente da Funpres-Exe, Cícero Dias, recebeu recentemente dirigentes do Sindilegis, Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal (Senado Federal, Câmara dos Deputados e Tribunal de Contas da União – TCU). No encontro, em Brasília, foram abordados o balanço de 2024, os resultados dos investimentos da Fundação, as perspectivas para o ano e também apresentados alguns projetos da Funpresp para 2025.

Alison Souza, presidente do Sindicato, esteve acompanhado por Regis Machado, servidor do TCU e membro do Comitê de Assessoramento Técnico do LegisPrev, plano de previdência complementar dos servidores do Poder Legislativo administrado pela Fundação. Também participaram do encontro Allan Ribeiro (servidor da Câmara) e Ely Maranhão (servidor do Senado), membros da nova diretoria eleita do sindicato para o triênio 2025-2027.

De acordo com o Sindilegis, o encontro foi positivo. “A reunião foi muito produtiva. Cícero foi bastante atencioso e esclareceu todas as dúvidas que tínhamos. Como já era esperado, o resultado nominal de 2024 foi severamente impactado pela forte elevação dos juros no ano passado, o que provocou uma significativa desvalorização dos títulos indexados à inflação mais longos que compõem a maior parte da carteira de investimentos da Funpresp, em decorrência da regra de contabilidade pela marcação a mercado”, ponderou. 

O presidente da Funpresp explicou que na construção de um patrimônio previdenciário, o essencial é avaliar a solidez dos investimentos e seu desempenho no longo prazo, considerando que oscilações podem ocorrer no curto prazo. Por isso, não há motivo para preocupação. “Apesar do resultado do ano, influenciado principalmente pela variação nos preços dos títulos públicos, a Fundação tem mantido uma rentabilidade de longo prazo seguindo o índice de referência dos planos, aproveitando as oportunidades do mercado para realizar alocações estratégicas”, explica. Como a estratégia adotada não envolve a venda antecipada dos títulos públicos em carteira, mas sim mantê-los até o vencimento, os rendimentos pactuados serão assegurados ao longo do tempo, ressalta o diretor-presidente. 

A mudança, aprovada em 2024, pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), que alterou regras relacionadas à marcação e à reclassificação de títulos públicos federais mantidos em carteira por entidades fechadas, os chamados fundos de pensão também foi pauta do encontro. Os diretores do Sindilegis também esclareceram dúvidas sobre a contratação da nova seguradora para o resseguro do FCBE e a oferta de cobertura adicional de risco (PAR).O diretor-presidente da Funpresp destacou a importância do encontro e colocou-se à disposição para sempre esclarecer temas importantes para os participantes. Enfatizou, ainda, que são produzidos diversos conteúdos de comunicação que detalham os resultados dos investimentos, como o Funpresp em Números, Radar de Investimentos e Panorama Funpresp, que podem ser consultados tanto no site (www.funpresp.com.br) quanto nas redes sociais da Fundação.