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Para marcar o início da celebração de seu aniversário, a Funpresp realizou, na última quinta-feira (04/02), dia exato em que a Entidade completou oito anos de vida, uma live com a participação do diretor de Seguridade, Cícero Dias. A transmissão estava programada para ter a participação do diretor-presidente, Ricardo Pena, que precisou se ausentar por motivos pessoais.

Confira a live na íntegra e veja todos os assuntos abordados

Cícero Dias falou sobre conquistas importantes desde o início da Fundação, especialmente em 2020, quando, mesmo num ano particularmente difícil para todo o mundo, a Entidade conseguiu uma rentabilidade de 9,55% (acima do índice de referência, de 8,7%), atingiu o patamar de 100 mil adesões e superou os R$ 3 bilhões em patrimônio administrado, entre outros marcos importantes. Depois da retrospectiva, o diretor de Seguridade falou sobre as expectativas apara 2021.

 “2021 é um ano de oportunidades, sobretudo por conta da vacina. Na sequência teremos a recuperação econômica, naturalmente, e dentro do projeto de diversificação dos nossos investimentos, esperamos bons resultados em 2021”, comentou o dirigente. Ele também enumerou outros possíveis cenários para este ano, como a aprovação dos ajustes dos regulamentos dos planos de benefícios, a oferta de serviços aos participantes, como cashback e clube de vantagens, a implementação de novos sistemas para oferecer agilidade e melhorar a experiência do participante, com a personalização de produtos e serviços.

Um dos principais pontos de destaque para 2021 é a possibilidade de aprovação, pelo Congresso Nacional, da Reforma Administrativa, que prevê redução de salários para servidores de todas as esferas. A medida, se aprovada, valerá apenas para servidores empossados após o início da vigência. Por conta disso, a medida causa preocupação nos participantes, em relação à saúde financeira da Fundação. No entanto, o diretor de Seguridade esclarece que a reforma não acarreta em impacto previdenciário para a Funpresp.

“Somos um plano de contribuição definida, em que os benefícios são pagos em função do saldo que o participante acumula, então ele não depende necessariamente de adesões novas. Na Reforma Administrativa, que só atinge novos participantes, obviamente tem um impacto de muito longo prazo, mas temos estrutura de custo muito reduzida, e com mais participantes, teremos redução per capita de receita administrativa, e ainda assim, isso não comprometerá o andamento da Fundação”, afirmou.

O ganho de escala – com a entrada de novos participantes – é um dos pontos positivos do projeto de lei 6.088/2016, também em discussão no Congresso. O PL permite que a Funpresp administre a previdência complementar do Distrito Federal, Estados e Municípios. Cícero Dias explicou que a Funpresp está se preparando para uma eventual aprovação do projeto, de modo a blindar a estrutura administrativa e financeira da Fundação.

“O PL tem travas de proteção à Fundação, como a cobrança de antecipação de contribuição, a possibilidade de cancelamento unilateral por eventual inadimplência, mas além disso, nós fizemos uma pesquisa junto com a Universidade Federal de Minas Gerais, analisando os 2,2 mil entes que têm regime próprio. Com isso, criamos nossa própria regra: existe a possibilidade de não aceitarmos o ente federado, por exemplo. Precisamos estar preparados, seguros e protegidos. Hoje, administramos dois planos, o ExecPrev e o LegisPrev, e ambos têm independência patrimonial. O ganho de escala é importante, com mais participantes temos menos custos administrativos. É o que a gente busca, eficiência e uma Fundação barata”, destacou.