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O diretor-presidente da Funpresp, Ricardo Pena, concedeu entrevista ao vivo para as jornalistas Mara Luquet e Gabriela Lisbôa, do canal MyNews, nesta quarta-feira (22/09). Na oportunidade, o gestor tirou dúvidas das jornalistas e de espectadores sobre o funcionamento da Fundação e explicou as mudanças no paradigma da aposentadoria dos servidores federais, que começaram com a Reforma da Previdência de 2003 e a criação da própria Funpresp em 2013.

Confira a entrevista na íntegra, a partir do minuto 19:

Veja os principais pontos da entrevista:

Reforma da Previdência – A jornalista Mara Luquet comentou que as recentes reformas da previdência, de 2003 e 2019, mudaram a forma de aposentadoria dos servidores federais. Para Ricardo Pena, houve uma mudança de paradigma já que, hoje, quem entra para o serviço público tem aposentadoria limitada ao teto do INSS – assim como os trabalhadores da iniciativa privada – e, para aumentar os ganhos, devem contribuir com uma previdência complementar, como a Funpresp.

Saída de patrocinadores – Respondendo a um dos espectadores do programa, sobre a possibilidade de saída de patrocinadores (órgãos federais que depositam recursos para compor a aposentadoria dos servidores) da Funpresp, Pena destacou que não existe essa possibilidade. “A Reforma (da Previdência) de 2019 estabeleceu que todos os entes federados têm que ter planos de previdência complementar. O servidor pode aderir ou não, é uma escolha. Mas a União, estados e municípios, além do DF, devem patrocinar esses fundos”, afirmou.

Interferência política – Luquet questionou sobre a possibilidade de interferência política nas decisões da Fundação, hipótese que foi descartada pelo presidente. Isso porque os diretores da Entidade são escolhidos pelo Conselho Deliberativo para mandatos de quatro anos e, tanto a diretoria quanto o colegiado, são compostos obrigatoriamente por servidores federais e participantes da Funpresp. “Existe uma gestão, os diretores têm mandato e essa gestão é profissionalizada”, destacou.

Taxas e custos – Perguntado sobre os custos da Fundação e o comparativo com entidades abertas, como bancos e seguradoras, Ricardo Pena alertou que a Funpresp não tem fins lucrativos, ao contrário daquelas organizações e, por isso, cobra apenas a taxa de carregamento dos seus participantes, que incide sobre a contribuição mensal. Esta se contrapõe à taxa de administração, que incide anualmente sobre toda a reserva previdenciária. “Na Funpresp, toda a rentabilidade vai para a conta do participante e nossa taxa de carregamento é decrescente: quanto mais tempo o servidor passa conosco, menos ele paga”, disse.