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Desde 2003, mudanças importantes foram feitas na previdência de trabalhadores, inclusive do setor público. Pode-se destacar o fim da integralidade no valor da aposentadoria com instituição de um teto, novas regras de cálculo que reduziram os benefícios pagos pelo Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e até a cobrança de uma alíquota para servidores já aposentados.

Com a redução nos benefícios e a delimitação de um teto pago aos novos servidores, seria necessário complementar a aposentadoria desses trabalhadores, de modo a manter o padrão de vida conquistado na ativa. A Funpresp foi então criada com o objetivo de administrar a aposentadoria complementar desse público. Mas, quando as regras do jogo mudam, é normal encarar a nova situação com desconfiança e ceticismo.

Nos primeiros anos, foi exatamente o que a Entidade enfrentou. Mas, após sete anos de trabalho e demonstração de resultados sólidos, a Funpresp já conta com mais de 98 mil participantes – muitos migraram do RPPS para o Regime de Previdência Complementar. Conheça as histórias de dois servidores que decidiram trocar as regras do jogo. 


Ewerton Luiz Veloso Júnior, 48 anos, morador de Belo Horizonte (MG), analista do Banco Central desde 2003. Migrou em 2018 e aderiu em agosto de 2020.

 

“Quando a Funpresp surgiu, eu nem cogitei aderir. Minha condição era de uma pretensa integralidade, logo não pensei em abrir mão. Mas as discussões sobre reforma da previdência começaram a ficar mais frequentes e comecei a colocar em perspectiva. Era muita coisa pra decidir ao mesmo tempo, decidi pensar só na migração, ponderei e decidi migrar.”

“Eu queria com calma acompanhar e conhecer a Funpresp. Passei esses dois anos conversando com colegas sobre o desempenho e a gestão da Entidade e pessoas da minha confiança vinham falando bem. Se mostraram satisfeitas com a decisão e vi outras pessoas aderindo à Funpresp, pessoas que não aderiram num primeiro momento, e aí fui olhando com melhores olhos para a Funpresp.”

“Um dia, uma representante entrou em contato comigo e falou sobre novas condições, a redução da taxa de carregamento de acordo com o tempo que a pessoa tinha de plano, que havia diminuído o percentual do FCBE, ficou mais interessante. Ela me apresentou alguns números, tirou as minhas dúvidas e decidi aderir com percentual de 7,5%, por enquanto. Sei que posso mudar depois.”

“Outra coisa que me fez aderir foi a Parcela Adicional de Risco (PAR), que é muito interessante e importante. Eu tinha um seguro de vida com uma seguradora comum que fiz assim que migrei e quando a representante da Funpresp me apresentou as condições da PAR, vi que seria um ganho imediato. Era uma despesa que eu já tinha assumido como necessária, então eu ia economizar. Foi muito importante para a decisão de aderir”.

 


Bruno Paiva Menezes, 38 anos, morador de Brasília (DF). Servidor da Câmara dos Deputados desde 2011 e diretor do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindilegis). Migrou em 2019 e aderiu em seguida.

“Ao pensar em migrar, eu fiz um cálculo e, na verdade, o que me fez migrar e aderir em seguida foi a contrapartida de 100% do patrocinador. De tudo aquilo que eu contribuo, eu recebo novamente. Conversei com vários amigos que migraram, outros servidores, um amigo juiz e ele também migrou na época dele, falei com consultores da área de orçamento da Câmara, eu balizei bastante e acabei tomando essa decisão.”

“Sou participante há quase um ano e meio e, sempre que posso, indico a Funpresp. Sempre fui bem atendido, sempre que tive dúvidas elas foram rapidamente sanadas. Achei ótimo o atendimento na época da migração, todos sempre bem informados. Sempre gostei bastante da forma como fui tratado.”

“Por sempre estar envolvido em associação de classe, sindicato, entidade colegiada, eu vejo que a Funpresp, por também ser uma Entidade colegiada, tem uma governança muito boa, na qual os servidores participam. Nesse momento, a governança é um ponto positivo.”